A História é testemunha da importância da Ciência. A Ciência é a alavanca que move o mundo adiante!

Desde a pré-história a humanidade busca medidas para prolongar sua existência. Viver mais e com qualidade é o que tentamos atingir. O mundo se deparou com inúmeros obstáculos que afetaram e encurtaram a expectativa da vida humana.

Atualizado em 11/01/2021 às 10:01, por João Luiz Martins.

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A vida humana passou a contar, ao longo do tempo com importantes descobertas científicas, as quais estão à nossa disposição atualmente – penicilina, antitoxina que neutraliza o tétano, a morfina, a insulina, a vacina tríplice, dentre outros medicamentos responsáveis pelo tratamento e cura de várias doenças.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1940 a expectativa de vida humana era, em média, de 45 anos. Vinte anos depois, em 1960, esta expectativa de vida passou a ser de 53 anos. Cinquenta anos depois, em 2010, ela cresceu bastante e chegou a previsão de 74 anos de vida, em média.

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Esta boa notícia é fruto do somatório de vários aspectos. As primeiras contribuições para este bom resultado, se referem ao período rico de intercâmbios e evolução científica, também à criação de novos medicamentos (outros já existentes sendo aperfeiçoados). A pesquisa em universidades, grandes centros de pesquisas, aliada aos setores público e privado – os quais possibilitaram o desenvolvimento de equipamentos estratégicos para os diagnósticos de imagens do corpo humano, por exemplo – pesquisas através de trabalhos integrados, por diversos parceiros e equipes multidisciplinares (biólogos, médicos, matemáticos, engenheiros, estatísticos, dentre outros profissionais), que transformaram e prolongaram a vida humana. Junto a todos estes aspectos é relevante registrar que os hábitos de saúde e cuidados com a saúde das pessoas mudaram. Ou seja, desde a qualidade dos alimentos que são ingeridos até os cuidados com a saúde física e mental.

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Existe pelo mundo uma grande preocupação também com a conservação do meio ambiente e com a preservação da vida selvagem, haja vista que comprovadamente isto impacta no desalojamento de novos vírus, bactérias e fungos. Sem contar que a degradação ambiental piora a qualidade do ar e afeta o equilíbrio do planeta, principalmente no que se refere às questões climáticas.

Hoje, no Brasil, a expectativa de vida é superior a 77 anos. Esta expectativa pode ser ampliada? É possível que tenhamos mais qualidade de vida? É possível que os sofrimentos, próprios de várias enfermidades sejam minimizados através de medicamentos desenvolvidos para este fim? É possível o desenvolvimento de novas tecnologias, pesquisas e descobertas de equipamentos inovadores que venham a melhorar os diagnósticos médicos? É possível construir e fortalecer equipes de pesquisas integradas entre universidades, centros e institutos de pesquisas, sejam dos setores público ou privado, que venham a contribuir com novos conhecimentos para as descobertas que a humanidade ainda necessita?

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Além destas perguntas existem outras. Entretanto, diante destes aspectos e cenários apresentados é fácil afirmar, dentre outras tendências pessoais e coletivas, que a expectativa de vida está diretamente ligada ao desenvolvimento científico, isto é, à CIÊNCIA. E que isto será concretizado e ampliado à medida que investimentos e políticas de educação, ciência e tecnologia sejam efetivados.

Não há futuro sem ciência, nem sem cientistas!

(*) João Luiz Martins é ex-reitor da Universidade Federal de Ouro Preto e atual Diretor do Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina

(**) Camila Colato é jornalista, servidora do Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina

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Criado peloMarcelo, do Trato


João Luiz Martins

Foi Reitor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), por dois mandatos (2005-2009 e 2009-2013) e, atualmente, é docente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Campus Blumenau.